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GRO e PGR para riscos psicossociais: como estruturar sem lacunas

A conformidade em NR-01 depende de uma trilha completa no GRO/PGR: identificar, classificar, tratar e reavaliar fatores psicossociais com evidência documentada.

Atualizado em: maio de 2026

Estrutura

Do conceito para a operação

Empresas maduras conectam dado, decisão e execução em um fluxo único de governança.

O GRO organiza a gestão dos riscos ocupacionais. O PGR registra e operacionaliza essa gestão em critérios, inventário, plano de ação e monitoramento.

Para psicossociais, o erro mais comum é manter o tema em relatórios paralelos sem conexão com o ciclo de decisão. O resultado é baixa rastreabilidade em auditorias.

Checklist mínimo

Elementos que precisam estar demonstráveis

Sem esses itens, a empresa tende a ficar frágil em consistência técnica e jurídica.

1

Inventário

Fatores psicossociais por unidade, função e processo.

2

Critério

Matriz de probabilidade e gravidade com priorização explícita.

3

Ação

Medidas, responsáveis, prazos e evidências esperadas.

4

Revisão

Monitoramento e reavaliação contínua com histórico.

FAQ

Perguntas frequentes

Respostas objetivas para decisão técnica.

Qual a diferença entre GRO e PGR?

O GRO é o sistema de gerenciamento de riscos ocupacionais. O PGR é o programa documentado que materializa esse gerenciamento na empresa.

Riscos psicossociais devem estar no GRO/PGR?

Sim. Quando identificados como fatores relevantes de exposição ocupacional, precisam entrar no inventário, na priorização, no plano e no monitoramento.

O que a fiscalização costuma pedir?

Evidência de método: identificação, avaliação, classificação de criticidade, medidas, responsáveis, prazos e reavaliação.

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